Melograno

Excelente opção para tomar uma boa cerveja em um lugar aconchegando como a Vila Madalena. Tomei um pint de Guiness e levei para casa a Inglesa Batemans XXXB, uma Pale Ale que foi premiada o ano passado. Espero que seja amarga! O Bar fica na Aspicuelta, 436.

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STING – NATURA ABOUT US

Foi demais, sensacional, dia 21 de novembro de 2009, domingo, chuvoso (muita chuva), mas valeu muito, e como! Para mim o ponto alto foi justamente, na maior chuva, ouvir If i ever lose my faith.Trouxe-me muita memória e muita esperança.

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Vale à pena, muito, conhecer um pouco mais do Sr. Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry. Não só do Pequeno Príncipe, mas também de todos os seus livros, suas viagens e seus amigos. Todo mundo tem o seu Guillaumet.

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O Pequeno Príncipe na Oca

Assim como o livro, a exposição tem mais de uma leitura. Uma fantasia pras crianças, uma poesia e muita história pros adultos.

Antes da trajetória do autor, relatos da sua vida pessoal e fatos históricos do período em que viveu, a exposição explora o mundo lúdico e encantador que existe no livro. Tanta poesia arrancou de marmanjos e mocinhas algumas lágrimas encabuladas.

Lá no último andar da Oca, vemos do seu planeta, ao ladinho da rosa;  uma projeção tocante de tão singela  por onde o Pequeno Príncipe viaja entre os planetas e estrelas.

Não deixe de ir. Não deixe de ler.

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Bar da Praia – Jaguariúna

Em 29.11.2009, fantástico como sempre. Coquetel de Kiwi com mel e camarão gratinado com catupiry. Todo mundo da região conhece; muitos de fora também. Aconselho (http://www.bardapraia.com.br/).

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Não espere pelo Epitáfio –

Do professor Mário Sérgio Cortella. Já o conhecia bem antes de ingressar na PUC. Ele foi, anos atrás, dar uma palestra no interior, na Faculdade de Letras que minha mãe fazia. O tempo passou e não voltei para ele. Muito recentemente, vi este livro em uma livraria aqui de SP. O título me chamou muito a atenção. Quando vi o Autor, comprei. Valeu e muito!  Tem muito a ver com a forma como penso a vida. Todos sabemos que precisamos aproveitar os instantes, porque a vida passa e não espera nada, nem ninguém. Mas como fazê-lo? Como parar este rolo compressor para fazer, agora, aquilo que será consagrado em nosso Epitáfio? Como tornar nosso Epitáfio verdadeiro e sincero? Indico a leitura. Cada um chegará à sua convicção. A minha é a seguinte: A vida é feita de instantes, de muitos. Todos os dias passamos por estes momentos sem notá-los, ou sem valorizá-los. Esperamos muito da vida e tendemos a desvalorizar aquilo que é trivial. A felicidade, no entanto, é muito mais facilmente encontrada quando a buscamos nestes instantes mais comuns e frequentes. É claro que queremos sempre econtrar um grande amor, comprar o carro do ano (todo ano), ser presidente de uma grande empresa, ou sei lá, ganhar na Mega Sena. Lutamos para realizar alguma destas grandes coisas antes de nosso Epitáfio. Angustiamos com a possibilidade de não concretizarmos nossos elevados anseios. Acho, apenas, que muitas vezes condicionamos muito nossa felicidade a estas fantásticas conquistas, quando na verdade seria muito mais fácil alcançá-la por outro caminho. Não sou contra a ambição, muito pelo contrário. Devemos sim querer realizar feitos grandiosos, mas não podemos esquecer de que nossa maior ambição, e o feito mais grandioso que poderemos realizar, é o de sermos completamente felizes. Espero que escrevam em meu epitáfio que eu consegui, e que não foi tão difícil assim…

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Instantes

Há 32 anos, tantos instantes!
Fui infeliz em alguns deles, em muitos eu durmí, em inúmeros rí e por aí vai.
Aqui nesse blog um casal escreve. Lorena e Léo. Compilaremos coisas (só boas?) pra fazer nos instantes que povoam nossas vidas.
A inspiração não poderia ser outra!

“Si pudiera vivir nuevamente mi vida.
En la próxima trataría de cometer más errores.
No intentaría ser tan perfecto, me relajaría más.
Sería más tonto de lo que he sido, de hecho
tomaría muy pocas cosas con seriedad.
Sería menos higiénico.
Correría más riesgos, haría más viajes, contemplaría
más entardeceres, subiría más montañas, nadaría más ríos.
Iría a más lugares adonde nunca he ido, comería
más helados y menos habas, tendría más problemas
reales y menos imaginarios.Yo fuí una de esas personas que vivió sensata y prolíficamente
cada minuto de su vida; claro que tuve momentos de alegría.
Pero si pudiera volver atrás trataría de tener
solamente buenos momentos.
Por si no lo saben, de eso está hecha la vida, sólo de momentos;
no te pierdas el ahora.
Yo era uno de esos que nunca iban a ninguna parte sin un termómetro,
una bolsa de agua caliente, un paraguas y un paracaídas;
si pudiera volver a vivir, viajaría más liviano.
Si pudiera volver a vivir comenzaría a andar descalzo a principios
de la primavera y seguiría así hasta concluir el otoño.
Daría más vueltas en calesita, contemplaría más amaneceres y
jugaría con más niños, si tuviera otra vez la vida por delante.
Pero ya ven, tengo 85 años y sé que me estoy muriendo.”

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